segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Finalização

Então, como combinado, o Latão Gepetão from hell modafoca terminou ontem a estante da pequena Monique, bom, eu gostei pracaralho e ela aprovou, então não tem muito mais o que comentar.
Vai as fotas aí.














quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Gepeto 2017

E o ano começa com mais uma do velho Gepeto Lata Infernal Old FDP.
Isso era o que sobrou do guarda roupas que ficava no meu quarto, a princípio ia colocar na sala, como mesa central com gavetas para mais dvds e cds, mas daí a patroa viu e pediu para colocarmos no nosso quarto, mas ia ficar apertado, daí tive a ideia de colocar no quarto da Monique, para ver se a bagunça some um pouco hehehehe.
MAs irei dar um toque A Ferro e Fogo modofoca.







segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Nome

Pois é, quando morava em Minas, eu mais um camarada tínhamos uma pequena oficina nos fundos da casa de meus pais, na qual fazíamos algumas coisas, e colocamos o nome da oficina e da marca de A ferro e fogo, e agora, que estou morando em Floripa, achei interessante colocar o mesmo nome nessa nova empreitada de eventos de "latas", então, A ferro e fogo ressurge, e na lenha e na fogueira, vamo que vamo.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O velho de novo

Postei ano passado minha virada para a nova tecnologia, zap e telefones de touch, pois é, durou pouco, o merdinha estragou, o cara da assistência me disse que tinha que atualizar o software, bom, que atualize então, mas daí liguei e a atendente me disse que meu Sony Xperia Mini, é antigo e não tem mais atualização !!! Logo, o Lata aqui perdeu contatos, e dados !! Vai tomar bem no olho escuro do rabo com essa porra de tecnologia, ainda bem que não joguei fora meu velho Sony C902, continua uma bosta, mas pelo menos não tem merda de atualização.
Não irei gastar porra nenhuma com outro telefone, que se foda-se, estou feliz sem zap e tecnologia !
Prefiro comprar ferramentas, e isso tenho feito com bastante frequência.
Bom, é isso, o velho Lata está de volta, e que viva a velha SMS, huahuahuahuahua

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Feliz 2017 (dando uma de Rubinho)

Daí, então, 2016 se foi, e que não volte hahahaha, foi um bom ano, tirando tudo de ruim que aconteceu, o resto foi bom.
Já começo o ano atrasado, não fomos a Minas como foi dito uns posts atras, mas foi por um bom motivo, serei papai de novo, minha senhora está esperando nosso segundo filho, ainda não sabemos o sexo, mas já temos os nomes, e isso está guardado debaixo de 666 chaves.
Ano passado a Scarllet foi para uma clínica de beleza, e voltou um pouco mais diferente, porém muito ruim pra rodar, carburação velha é isso, mas o problema já foi resolvido, e já está em casa, o Zappa também, ano passado passou por uma vistoria do Inmetro, e já está em casa, novo, tudo funcionando perfeitamente, a Annie foi trocada a descarga e o som melhorou 100%, já o Blake, esse não dá trabalho, o carro é muito bom.
Esse ano, algumas coisas estão para serem feitas, uma delas será a realização do primeiro encontro de "Latas" do sul da ilha, vamos reunir carros antigos, motos e toda a cultura kuston, fechei um lugar com um amigo, e em passos lentos vamos começando a concretizar um sonho.
Meu filho (a) nasce em Julho, mesmo não parecendo, estou super ansioso com a chegada dessa criança, a família Lata ganha mais um membro !!!!
No mais, continuo remando, junto com muitos ao meu lado, e desejando um ano cheio de saúde a todos !!!!!!

E "O rock 'n roll nunca vai acabar !!" - palavras da minha filha.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Metallica !!!!

O Metallica Remains postou a tradução, na íntegra, de uma entrevista publicada na revista do fã-clube oficial do Metallica onde o frontman da banda, James Hetfield, fala a respeito de cada uma das letras das músicas que fazem parte do novo disco do grupo, "Hardwired... To Self-Destruct". Confira no link a seguir a matéria completa, e abaixo seguem alguns trechos:

http://www.metalremains.com/materias.php?id=40

Imagem

É sempre animador quando uma conversa caminha para uma daquelas tangentes que leva a todo um mundo novo de discussão. Quando eu me sentei com James Hetfield alguns meses atrás para discutir o projeto Hardwired..., eu não tinha planejado mergulhar em cada uma das letras das músicas. Eu tinha alguns tópicos e achei que seria isso. Em vez disso, James estava bem entusiasmado com a ideia de ouvir o que eu achava que se tratava cada música, antes de oferecer o que ele estava pensando. Um ponto importante a ser ressaltado – James está muito interessado que você, prezado leitor, não apenas relacione as letras como obras para você, mas também que você compartilhe seus pensamentos com a gente se você topar.

“HARDWIRED”

"Toda a frase, 'Hardwired to self-destruct' (Programado para se auto-destruir), veio de um amigo meu, que estava apenas soltando isso como um viciado em conflito, tipo, 'isso é o que é? É assim para gente? O nosso padrão é morrer antes do que deveríamos? Destruir nossas vidas, como se estivéssemos programados para nos destruir?'. Isso chamou minha atenção.

“ATLAS, RISE!”

A mitologia de Atlas e ele ser forçado a carregar o peso do mundo por conta do que aconteceu antes. Esse foi seu legado, esse foi seu dever. E há pessoas que eu acredito que vivem nesse estilo de vida, vivem pensando que são os mártires das pessoas que não tem voz, ou disso e daquilo, salve isso ou não salve aquilo. Levando a responsabilidade um pouco além, e então rebaixando os outros quando eles não acreditam em você, ou não te apoiam. Como você pode não apoiar isto? Com o martírio e a culpa, é como um batalha de certa forma, alguém pensando que tem mais responsabilidade do que tem de fato".

“NOW THAT WE’RE DEAD”

Sim, no final, somos todos iguais. Ter algo para acreditar, talvez exista vida após a morte. Talvez ela tenha começado como querer ser mais uma espécie de Romeu e Julieta dos dias atuais. Nós estamos nisso juntos. Ajudar um ao outro durante a vida. E sabe, “now that we’re dead” (“agora estamos mortos”), isso pode significar muitas coisas. Na verdade, você está morto. Você está na próxima vida. Ou vocês passaram por alguma coisa horrível como casal. Agora ambos estão do outro lado disso. Então, confiar em outra pessoa.

“MOTH INTO FLAME”

Eu acho que é uma obsessão em ser famoso. Ser popular. Seja na sua conta do Facebook ou, sabe, andando na rua, vendo alguém tirando selfies, sabe, enquanto caminham na rua. Tipo, o que? O que você está fazendo? Sabe, quão envolvido e absorvido você está? Mas eu acho que as próximas gerações estão mais atentas às coisas e aceitando as coisas ao redor delas. A inspiração principal dela foi o filme da Amy Winehouse, AMY, onde ela sofreu lavagem cerebral de certa forma. Ela começou a “acreditar”. E ela se perdeu. Ela se perdeu totalmente, e ela começou a acreditar nisso, ela acreditou nesse mito de que a fama é a melhor coisa que existe. E, sim, a limusine se transformou em um carro de funerária...

“DREAM NO MORE”

É um ótimo riff, especialmente no refrão, o “turn the stone”. Sabe, quando você estava apenas falando essas palavras, é meio como a mídia. Você está sentado lá, você não pode desviar o olhar, você está olhando o terror, você está olhando todas as coisas horríveis que estão rolando, e você não pode desviar o olhar e então eventualmente você acaba ficando entorpecido a tudo isso.

“HALO ON FIRE”

Algumas pessoas se passam como santas, e quanto maior é sua escuridão, mais elas se fingem de santas. Então você está basicamente fugindo do seu “você” verdadeiro, como se estivesse compensando por todas essas coisas que você acha que é realmente ruim.

“CONFUSION”

Estresse pós-traumático em geral, trauma pós-guerra nas forças armadas e ser colocado em cenas horríveis é um sinal bem óbvio de estresse pós-traumático, e voltar para casa disso, e tentar voltar para casa e ainda viver aquilo, e ter um medo de ver algo que te afetou tanto como um trauma dentro de você que é carregado para casa. O filme Sniper Americano foi um grande retrato disso. Se prendeu no “Eu preciso salvar meus irmãos, se eu não voltar eles vão morrer”. Usando de novo esse tipo de “mártir” como uma desculpa para o vício do drama da guerra, e negligenciar sua família em casa. Então, meio que se liga as outras músicas, mas o estresse pós-traumático está em todos os lugares, cara.

“ManUNkind”

Bíblico, o Jardim de Éden. “Uau, você tem tudo isso, mas quer mais?” Você tem toda essa grandeza e então é despedaçado... A história bíblica... Mas vamos voltar a bondade do homem. O homem é pecador e tem que rastejar e tentar compensar, é como se sempre estivéssemos abaixo dos olhos dos poder superior, e temos que nos provar diariamente de que não somos maus. E ter fé neste mundo onde mundo está por conta própria. Encontrar a negatividade em um bando de coisas é... No fim, ter fé no homem. Ao invés de apenas culpar a humanidade.

“HERE COMES REVENGE”

Tem um amigo meu cujo filho morreu, e eu não vou dar nomes, tem um casal que nos seguiu em turnê por bastante tempo que foi bem instrumental nessa música e inspirador para mim. Sua filha foi morta por um motorista bêbado. E ela amava Metallica, e a forma que esta família está se mantendo conectada com ela é vindo aos shows do Metallica e curtindo o que ela curtia, e talvez se conectando dessa forma. Eu acho isso bem incrível. E bem forte.

“AM I SAVAGE?”

Essa foi uma palavra tão, tão forte para mim neste álbum. Estava pensando que este podia ser o título do disco, sabe, Herança. Bom ou mau, você precisa herdar algo. Seja em seus genes, em seu sangue, em sua conta bancária, em sua aparência, o que for. Você herda coisas. E ter um menino adolescente é difícil para um pai às vezes. Você tem orgulho do seu menino, mas vou te dizer, as meninas são uma história diferente. As meninas e a mãe tem um problema. Os meninos e o pai tem um problema, pois eles vão crescer para serem você e eles não querem ser você. Eles querem ser alguma outra coisa. Eles querem ser eles próprios, e, putz, eu estava tentando tanto que o Castor fosse o que eu não era.

“MURDER ONE”

Lemmy. Sim. Murder One. Muita gente não sabe o que é o Murder One, e eu tentando ir fundo, pelos cantos, e falar sobre ele sem ser extremamente direto. Mas sim, Murder One era seu equipamento, seu amplificador favorito. E eu sei que ele tinha mais de um, mas este foi o que se destacou para mim. Sim, apenas respeitar Lemmy, pois sem ele, eu não acho que o Metallica estaria por aí, e provavelmente muitas outras bandas também não.

“SPIT OUT THE BONE”


Obrigado GBH pela frase “spit out the bone”. Eu sei que a música delas era um pouco diferente. A música deles era sobre o Donner Party e canibalismo. Esta é um pouco diferente, apenas a ideia e o medo de, de novo, o que está acontecendo com o homem. Sem enrolar demais, apenas a possibilidade do Exterminador do Futuro, coisas assim, sabe? Estamos usando smart watches, as coisas estão ficando cada vez mais próximas de estarem na gente. Por que eu não teria a internet o tempo todo na minha cabeça? Por que eu teria que me preocupar com todas essas “emoções”? Se apaixonar e ter o coração partido? Isso não faz bem para ninguém. Sabe, o coração e sangue? Está no caminho para a eficiência! Nós poderíamos ser muito mais eficientes se deixássemos os computadores apenas nos ajudar.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Fim

A novela acabou, ontem fomos no Rio Vermelho buscar a Scarllet, tempo feio, chuvisco, mas foi assim.
Agradeço ao Leandro por ter feito algumas melhorias nela.
Está bem bonita, o foda foi que estava perto de casa e ela começou a falhar, e acredito que o segundo estágio do carbura não está acionando, veio bem fraca, mas agora é uma questão de acerto, antes de sair de casa e passar uma temporada na LSL, ela estava funcionando bem, mas acredito que por ter ficada parada todo esse tempo, o velho carbura não aguentou.
Bem vindo ao lar minha pequena !



quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Scarllet, the season finale

Se passaram 4 meses desde que vieram em minha residência e levaram minha Motocicleta para dar uma nova "roupagem", a princípio iam mudá-la por completo, quadro e tudo o mais, mas depois de algumas conversas e alguns pés no chão, decidimos em fazer somente o básico, melhor para ambas as partes, pois o mecânico que estava a frente da empreitada estava com a oficina cheia.
Bom, então depois de um "certo" tempo, eis que a Scarllet ficou pronta, não foram feitas muitas mudanças, mas já dá para ter uma visão de como ela ficou. E agora, se for para mudar mais alguma coisa, que apodreça dentro de casa !