segunda-feira, 16 de maio de 2016

Leitura do Latão - Preacher

Não sei se já escrevi sobre essa série de quadrinhos, mas tudo bem, serei breve.
Hoje chegou pra mim a revista que faltava para completar a série Preacher, infelismente tive que colocar na coleção, dois encadernados, pois, os números que faltavam, não achei em lugar nenhum, sendo assim, incluí os encadernados para completar, agora iniciarei a leitura do início, já li essa série, foi uns 9 anos atras, mas tudo em pdf, no computador, mas gosto mesmo é da revista, fico admirando na minha estante.
Uma baita séria da muléstia, recomendo.

Essa aí foi a que chegou para completar.

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Leitura do Latão

Após ser atacado por um dragão Groo perde suas espadas que acabam ficando no meio de ossadas humanas, quando os aldeões encontram o que julgam ser o corpo do errante, mais que depressa, levam a notícia para o rei que odeia Groo o qual espalha a notícia e dá uma grande festa no reino…


Leitura do Latão (recomendável)

BLOOD - UMA HISTÓRIA DE SANGUE

Um bebê é encontrado por uma jovem em um rio e criado até o início da idade adulta, quando é deixado aos cuidados de um monastério para ser iniciado nos ensinamentos de Deus.

Quando descobre que não é a mão divina que escreve os livros que regem sua doutrina, mas sim a de seu mentor, o rapaz se sente traído e decidi ir embora, não sem antes assassinar o homem, em um acesso de fúria.

Sem um rumo certo para percorrer, ele sai pelo mundo em uma jornada de autoconhecimento, até se deparar com uma tribo de vampiros em uma floresta, que, contra a sua vontade, o transformam em um deles.

Nesse dia, nasceu Blood, o vampiro. Blood continua sua viagem sem destino ao lado de uma das mulheres da tribo, que se incumbe de alimentá-lo até ele entender que necessita do sangue de outros para sobreviver. Uma jornada de muitas descobertas, que, ao final, transformará o vampiro para sempre.








quinta-feira, 12 de maio de 2016

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O Blog “Aumenta Que Isso Aí É Rock N' Roll!” publicou um texto em fevereiro de 2013 sobre as histórias que resumem as faixas de um dos maiores álbuns de ‘Heavy Metal’ de todos os tempos, “The Number of the Beast” do Iron Maiden. Música, curiosidades e personagens são citados detalhadamente para que o fã entenda melhor essa grande obra. Boa viagem!





A Donzela de Ferro e a História: The Number Of The Beast (1982)
"Woe to you, Oh Earth and Sea... For the Devil sends the beast with wrath, because he knows the time is short...
Let him who hath understanding reckon the number of the beast for it is a human number... It's number, is Six Hundred and Sixty Six..."
Este aqui é considerado um dos melhores álbuns de Heavy Metal do planeta de todos os tempos. Aqui, uma pequena mudança acontece na banda. Pequena mesmo. O inglesinho de 1,68, Paul Bruce Dickinson entra para a banda, no lugar de Paul Di'Anno.

Iron Maiden - The Number Of The Beast (1981)
The Number Of The Beast é o resultado de Harris ter assistido A Profecia II (Damien: Omen II) e ler o poema Tam o'Shanter do escritor escocês Robert Burns (1759-1796)
Tam o'Shanter também é o nome de uma coisa de colocar na cabeça, tipo de um cap (aquela boina com um pompom em cima). E o nome foi tirado do personagem e não o contrário. O poema escrito em escocês misturado com inglês, fala de uma visão de Tam o'Shanter voltando para casa depois de muito tempo estando no pub.
A introdução de The Number contém duas passagens da Bíblia: Apocalipse 12:12 e 13:18. A intro foi narrada por um locutor da radio Capital 95.8, que ainda funciona e tem o slogan: The uk's nº.1 hit music station.
Na época em que foi lançado, houve um grande murmurinho dos religiosos dizendo que a banda era do demônio - e ainda dizem - por conta do clip e da capa do CD. Mas todos os conhecedores da Donzela sabem que a banda não tem nada de satanista - e se tivesse seria boa do mesmo jeito.
Voltando ao primeiro som do álbum, Invaders fala sobre a invasão dos Vikings na Inglaterra. Os Vikings são uma antiga civilização nórdica, da Escandinávia (Suécia, Noruega e Dinamarca). Além de colonizadores e comerciantes, eram também conquistadores e engajaram-se na conquista dos demais territórios europeus como a França, Bretanha e ilhas do Atlântico Norte. Seu apogeu foi nos séculos VII e IX.
Os ataques dos vikings, principalmente os dinamarqueses, contra os ingleses começaram por volta do ano de 793. Eles tomaram vários reinos ingleses, ficaram por ali e passaram a comercializar. A área inglesa sob domínio dinamarquês era chamada de Danelaw - onde as leis dinamarquesas prevaleciam.
Depois disso foi aquela velha bagunça de povo conquistando povo: os ingleses recuperaram o território depois perderam de novo para os dinamarqueses que depois perderam para os normandos (eram vikings franceses por assim dizer).
Children Of The Damned é resultado de outro filme visto por Harris. Aliás, dois filmes: Village of the Damned e Children of the Damned. As duas séries tratam de crianças com poderes psíquicos.
Dizem também que Bruce na Radio 6 BBC, afirmou que esta música foi inspirada pelo som Children Of The Sea do Black Sabbath, na época do Dio.
The Prisioner é baseada em uma série de TV dos anos 60, estrelada por Patrick McGoohan. Na série, o agente abandona o serviço secreto britânico e é preso quando chega em casa. Ele é levado para "The Village", onde os nomes são trocados por números. Ele é o número 6. Na medida que o sujeito avança na hierarquia, seu número diminui até o 1, que manda no lugar.
A introdução da música "We want information, information, information. Who are You? The new number two. You are number six. I'm not a number ya. I'm a free man! Hahahahaha!", faz parte do segundo capítulo do seriado, The Chime Of Big Ben, aos 2:48.
22 Acacia Avenue segue com a saga da prostituta Charlotte que começou lá no primeiro álbum. Acacia Avenue dá nome para mais de 60 ruas no Reino Unido. A Acacia Road mais próxima onde Steve Harris nasceu, Leytonstone, fica em Hornchurch. A BBC e The Guardian tem reportagens sobre estas ruas.
Run To The Hills conta a história do massacre dos nativos americanos pelos estadunidenses. Após as 13 colônias estadunidenses conseguirem a separação da Grã-Bretanha, eles avançaram para o sul e o oeste da América. Tribos indígenas foram dizimadas sob o pretexto, com tons de nazismo, do tal do destino manifesto.

O destino manifesto (1840) era o clamor dos estadunidenses de que eles eram predestinados pelo Deus deles a dominar a América - matando, invadindo e escravizando os demais povos "inferiores". E ainda o fazem, agora no mundo todo (não é mesmo senhores Bush 1, 2 e 3?!)
É bem similar também ao comando do Papa Urbano II para que as pessoas fossem para as Cruzadas (texto), e os que lá morressem iriam para o céu - e, de quebra, ganhariam alguns "trocados", saqueando os sarracenos - mas isto é outra história.
Gangland parece falar sobre um ex-gangster apavorado pelo seu passado. Falando em Gangues, nos EUA existem dados que tratam apenas dos perfis dos gângster, contam aqui no National Gang Center, subordinado a BJA (Bureau of Justice Assistence).
Total Eclipse descreve um eclipe total, onde todos ficam aterrados de medo diante da escuridão total.
Por fim, esperando em sua cela, quando os sinos começam a tocar, sem muito tempo para pensar na vida passada, pois às 5 horas o levarão para a forca, as areais do tempo estão acabando, devagar... Assim termina o post com Halloweed Be Thy Name, a narração de um pré enforcamento.

Após este álbum, o baterista Clive Burr deu lugar a Nicko McBrain. A banda faz mais sucesso ainda e parte para a maratona de álbuns e tours pelo mundo. Mas esse é só o começo do sucesso da Donzela!

The Number Of The Beast - 1982
01. Invaders
02. Children Of The Damned
03. The Prisioner
04. 22 Acacia Avenue
05. The Number Of The Beast
06. Run To The Hills
07. Gangland
08. Total Eclipse
09. Haloweed Be Thy Name
Formação
Bruce Dickinson - Vocais
Steve Harris - Baixo e Backing Vocals
Dave Murray - Guitarra
Adrian Smith - Guitarra e Backing Vocals
Clive Burr - Bateria


Mantenha a fonte ao citar o texto: Iron Maiden: curiosidades sobre o "The Number Of The Beast" http://whiplash.net/materias/curiosidades/174195-ironmaiden.html#ixzz48TEo8RH0

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A Banda

http://www.sacoderatos.com.br/

Saco de Ratos

Parmeggiana Song

(Marcelo Montenegro/Marcelo Watanabe)

Sempre que eu tô mal
Você me quer pôr pra cima
Eu só quero encher a cara
E uma puta de esquina
Você me fala de um chá milagroso
E de acupuntura
Ô mulher, eu nunca precisei da sua ajuda
Baby, me deixa deprimido
Que a tristeza não faz mal a ninguém
Eu não quero ser feliz
Não quero me sentir bem
Tenho nojo de gente contente e alto astral
De axé, forró e Xuxa
Contra o Império do Mal
Fico vendo pôrno
E falando pelos cotovelos

Baby, eu sou o seu pior pesadelo

Saco de atos

                
Se eu tivesse grana hoje

(Mário Bortolotto)

Se eu tivesse grana hoje
Eu comprava o disco
Eu encarava o risco
De convidar você pra pegar
um free jazz comigo
Se eu tivesse grana hoje
Eu não titubeava
Eu me embebedava
Pra me esquecer um pouco de você
Se eu tivesse grana hoje
O negão ia tomar mais uma
Em homenagem à Santa Clara
Se eu tivesse grana hoje
Eu não marcava
Eu comprava uma garrafa de whisky
E fazia um interurbano
E conversava com você

Até o fim da madrugada

Saco de Ratos

Amistosa Blues

Eu não tenho pressa
De ir pra outro bar
Esse aqui ta tocando blues
E eu to jogando bilhar
Ainda não cai de bebum
Ou nem de porrada
Não consegui encrenca
Hoje eu não volto pra casa ô
Quando me chutarem pra fora
Nao vou pedir pra ficar
Eu ouço blues no meu mp4
Pra mim qualquer bar é bar
Não é por acaso que eu durmo
Na mesa do bar
Tem que ser perito no assunto
Pra chamar essa bodega de lar

LENNY KRAVITZ AND MICK JAGGER

DOIS FODAS

R.I.P.

Melhor argumento

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Homenagem a esse país fuleiro

Êta Sonzinho Fuleiro

Ultraje a Rigor

Êta sonzinho fuleiro!
Êta sonzinho fuleiro!
Êta sonzinho fuleiro!
Êta sonzinho fuleiro!


é fuleiro

o sonzinho é fuleiro


yeah, what a fuler sound
yeah, what a fuler sound
yeah, what a fuler sound
yeah, what a fuler sound


é fuleiro

é fuleiro


ê paìsinho fuleiro
ê dinheirinho fuleiro
êta povinho fuleiro

êta sonzinho fuleiro

Gonzo



Sleep late, have fun, get wild, drink whisky and drive fast on empty streets with nothing in mind but falling in love and not getting arested."

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Pintando...

Esse final de semana resolvi fazer uma coisa que já estava querendo fazer, mas sempre tinha algo me segurando, nunca fiz esse tipo de pintura, e está longe de ser um pinstripe, bom, nem tenho os pincéis para tal arte, que por sinal, são bem caros, mas uns meses atras, comprei uns pincéis, e resolvi fazer com eles, a principio foi bem chato, a tinta não é a própria também, e fiz com o que tinha.
O resultado foi até interessante, mas irei lixar e fazer tudo de novo, comecei a sentir firmeza nas mãos, exige muito, e só com bastante treino, é que, acredito, chegarei perto do que eu desejo.
Não tenho pressa.